Gotas de horrores Talvez beba seu sangue gota a gota. Degustarei teu veneno pleno sereno e morto. Comerei suas carniças sanguinárias como uma ave destemperada pelos ares sem calçada. Sem pessoas desgraçadas e sem Macula e mesmo assim te lacerar com meus dentes de Drácula. Os vagabundos me rodeiam quem deveria cuidar de mim me chateia. Vagueiam ideias insanas e comem- Se e se consomem na cama. Com uma gama de cores infinitas e as feias se sentem bonitas. Se rebaixando a uma luta “espermática” sem sentido. O nexo se perde pelo sexo, o sexo puro e inseguro e descaído. Que e se desvanece ao que era futuro prometido. O esposo honroso vira sangue suga que come ela antes dela tirar a blusa. Eu bebo como degusto e invado-te me mostrando atrevido. E aturdido e animado agora em seu corpo quente doce e suculento Sinto sua pele leve e sedutora e Perco-me ao começo e fim de mim mesmo e da autora. A autora que é minha mente intuitiva que cria e vive dentro da escrita. Que tem o sentido e transfigura viva soprando loucos fins aos meus ouvidos. E paro em momentos raros e coloco fim. Por hoje chega essa escrita que grita É!!! por aí...... O NOVO POETA. (W.Marques). |
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sábado, 13 de novembro de 2010
Gotas de horrores
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